Peguei o Bonde Andando…

… e sentei na janelinha!!!

sábado
fev 13,2010

Oi, gente! Finalmente dei as caras por aqui de novo, né?

Eu sei, eu sei… Não dá pra deixar o blog assim. E já prometi quatrocentas mil vezes que não faria isso de novo, mas sabem como é a vida, né? Nem comemorei o aniversário de 2 aninhos do Bonde.

Mas algumas coisas andam meio chatas por aqui e ultimamente meu único afazer tem sido a leitura. Aliás, é sobre isso que vim escrever pra vocês: livros.

Como sempre atrasadíssima e desconfiando de que todos os outros blogueiros já comentaram sobre a Saga Crepúsculo, agora é minha vez. Finalmente acabei de ler os quatro livros. Eu não pretendia comprar, mas ganhei  no Natal e resolvi ler, afinal, tinha gostado dos filmes. Agora vamos ao que interessa.

Abri o primeiro livro, “Crepúsculo” cheia de expectativas. E foi um porre.  Gente, que menina chata era essa Bella Swan! Cheia de dramalhões mexicanos, birrinhas e biquinhos de adolescente! Aff! É claro que ela é uma adolescente, porém, estranhei ver esse tipo de coisa de uma garota descrita como “adulta”. Estava esperando que ela cruzasse os braços e batesse os pés chorando e berrando em algum trecho da história. Fora aqueles exageros de amor maluco que eu nunca vi igual! “Edward fazia parecer um anjo de Botticelli parecer um gárgula”. Juro que gritei um PQP nessa parte e quase larguei o livro. Mas fui forte e terminei o livro, mais por curiosidade para ver a fidelidade do filme em relação ao livro do que por estar gostando. Aliás, o filme é bem fiel, exceto de que ela é mais bacana, chegando até a ser engraçada e o filme não tem 25% daquele mel do livro. E foi a primeira vez que gostei mais de um filme do que de um livro. Verdade! O livro é monótono. Só acontece verdadeiramente alguma coisa quase no final, mas engoli porque sei o quanto é difícil escrever o primeiro livro de uma saga. Mas achei muito dramático e não estava gostando do tom da narrativa.

O segundo livro, “Lua Nova” foi INSUPORTÁVEL! Apesar de ter gostado da parte dos lobisomens, do relacionamento dela com Jacob e me apaixonar pelo lobo-adolescente, a história é narrada pela Bella, que estava ainda mais chata, sofrendo porque Edward foi embora, sentindo dores físicas e todo aquele drama! Aliás, Bella é virginiana e todos sabemos que virginianas não sofrem daquele jeito! A ponto de se revirar na cama gritando por causa dos pesadelos… Ah, tenha dó! No filme eu tive a impressão de que ela sempre sonhava em ver Edward morrendo, por isso os gritos. Mas no livro diz que ela sonhava com o “nada” e gritava por causa disso. Me poupe! Fora o comportamento “altamente maduro” dela de querer quebrar a promessa de Edward e se meter em apuros só porque ele quebrou uma promessa também. Como disse, não vou dizer que detestei “Lua Nova” por causa dos lobisomens, mas foi o pior deles. Várias vezes xinguei a chata da protagonista e tive que conter impulsos de jogar o livro na parede.

E então, quando eu já estava totalmente descrente da série, peguei “Eclipse”. E aí sim eu gostei! Não vou dar nenhum spoiler, mas posso dizer que só não daria nota 10,0 para o livro porque ele começa muito monótono – mesmo! Dava vontade de dormir nas primeiras páginas – e porque eles demoram muito pra tirar conclusões lógicas. Como autora, eu sei que é difícil esconder alguma coisa do leitor e revelar somente nos momentos certos. É bem complicado mesmo evitar que eles descubram o que você quer esconder. Mas… Tem coisas que… Bem, deixe pra lá! Do meio pro fim, “Eclipse” me prendeu. Li mais de 200 páginas em uma tarde. Aliás, foi o livro que eu li mais rápido. Foi bem interessante e mal posso esperar para ver o filme que, dificilmente, será melhor do que o livro. Gostei das situações, dos diálogos, da história! Gostei mesmo… Aliás, não consegui fazer associação alguma daquela fitinha que aparece na capa do filme com a história. Alguém pode me explicar? Não captei a mensagem…

Aí, animada, peguei “Amanhecer”. O começo, devido à história, eu esperava que tivesse o mesmo tom meloso e dramático que “Crepúsculo”. Mas aqui tenho que dizer que a Stephenie Meyer conseguiu encontrar um equilíbrio na narrativa, colocando os sentimentos de amor na medida certa, enquanto os mesclava com o desejo do casal. De repente, acontece algo inesperado. E aí Jacob começa a narrar a história – e ficou MUITO melhor de ler na perspectiva dele! -, depois um outro livro de Bella e o final da Saga. Devo dizer que “Amanhecer” foi o meu livro preferido. Gostei do final – previsível, by the way, mas gostei. O grande confronto foi bem escrito, nada que pudesse me decepcionar. Apenas mais uma vez a demora para as conclusões lógicas, mas foi muito bom. Achei que a autora acertou e também não posso esperar para ver o filme. Aliás, ouvi dizer que “Amanhecer” serão dois filmes, né? Alguém já ouviu falar sobre isso? Particularmente eu acho que não haveria necessidade, mas não trabalho em Hollywood… hehehe…

Bom, olhando a saga completa, como um todo, a história do triângulo amoroso entre uma humana, um vampiro e um lobisomem é bem bacana. Gostei, apesar de ter dispensado facilmente “Lua Nova” e boa parte de “Crepúsculo”. Esperava que algumas coisas fossem explicadas, mas ao final entendi o ponto da autora. Quem não gosta de romance água-com-açúcar, não se dê ao trabalho de ler e, contrariando toda a minha existência, um conselho para os curiosos: assistam “Crepúsculo” e “Lua Nova” no cinema e só leiam “Eclipse” e “Amanhecer”. É melhor assim!

Bem, provavelmente a minha próxima resenha será “A Laranja Mecânica” de Anthony Burguess. Peguei hoje pra ler e vou adiantando que é difícil de entender porque o autor inventou várias gírias. Mas gostei das primeiras páginas pelo menos. O filme é um clássico, o livro também é considerado um, mas assim que terminar veio falar dele pra vocês.

Beijocas e bom Carnaval a todos! O meu vai ser ótimo ao lado do inteligente e mau Alex.

terça-feira
jan 19,2010

Uma mulher finalmente fala o que todo homem gostaria de saber…

“Só uma mulher consegue entender cada vírgula deste texto!!!!

O grande segredo de toda a mulher, com relação aos banheiros é que quando pequena, quem a levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía:

“Nunca, nunca sente em um banheiro público”
E, em seguida, mostrava “a posição”, que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar, sem que o corpo, no entanto, entre em contato com o vaso.

“A Posição” é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida. No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, “a posição” é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está quase estourando.

Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Bradd Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de “estou me mijando”.

Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar.

Você, então verifica cada cubículo por debaixo da porta para ver se há pernas.

Todos estão ocupados.

Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo.

Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa… você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.. o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais você não usa, mas que você guarda porque nunca se sabe…

Mas, voltando à porta…

Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca “na posição”.

Alívio…… AAhhhhhh…..finalmente…

Aí é quando os teus músculos começam a tremer …

Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.

Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça “jamais sente em um banheiro público!!!” e, assim, você mantém “a posição” com o tremor nas pernas…

E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias!! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar “a posição” requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, para variar, o rolo está vazio….! Então você pede aos céus para que, nos 5 kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção…

E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!!!

Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, nós, as mulheres, nos respeitamos muito) e você pode procurar seu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar do soco que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas…

A lembrança de sua mãe, que estaria morrendo de vergonha se a visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, “você não sabe que doenças você pode pegar ali”

… você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!…

Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água… O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.

Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, deixando tudo à mostra!

Nesse momento, você vê o seu amigo que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.

“Por que você demorou tanto?” – pergunta o idiota.

Você se limita a responder:

“A fila estava enorme”

E esta é a razão porque nós, as mulheres, vamos ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter “a posição” e a dignidade.

Obrigada a todas as amigas que já me acompanharam ao banheiro”.

Recebi este por e-mail. Infelizmente não veio o nome da autora e, se por acaso você souber o nome da porta-voz feminina, me diga para eu colocar os créditos.

quinta-feira
jan 14,2010

A CabanaGente, se vocês nunca levaram a sério qualquer coisa que eu tenha escrito neste blog, peço que levem hoje. De verdade.

Acabei de ler um dos livros mais lindos do mundo: “A Cabana”, de William P. Young. O livro conta a história de Mack, um homem mergulhado no que ele chama de “A Grande Tristeza” após o assassinato brutal de Missy, sua filha caçula. Um dia Mack recebe um bilhete supostamente escrito por Deus, querendo encontrá-lo na cabana onde ocorreu o assassinato de sua pequena. Curioso, Mack vai até lá. E tem o final de semana mais incrível de sua vida.

E os leitores também.

Apesar de ser Espírita e discordar de muitas partes do livro, eu me senti profundamente tocada por aqueles diálogos e pela forma que o autor tratou o amor de Deus por nós. Em vários momentos vi Mack perguntar as questões que afligiam a minha alma. E em vários outros trechos eu tive que enxugar as lágrimas e engolir os soluços, experimentando a sensação da paz e do meu próprio encontro com o Paizinho. Sim, meu próprio encontro. Porque quando eu começava a desejar estar no lugar de Mack, sentada no cais ou trabalhando em um jardim com Ele, simplesmente me lembrava de que eu posso ter esse meu encontro em qualquer lugar, em qualquer hora. E assim foi.

Mesmo tendo a consciência de que aquele livro foi escrito por um homem – um presente aos seus filhos, segundo o autor -, é nítido que ele teve alguma inspiração divina. Esse livro me tocou profundamente e eu posso afirmar que me sinto uma pessoa melhor agora. Fiz um acordo comigo mesma: ler “A Cabana” em janeiro de cada ano que eu viver, apenas para manter meu coração iluminado e, claro, absorver cada vez mais das palavras sábias e amorosas do livro. E é por isso que eu o estou indicando hoje: desejo imensamente que experimentem essa mesma sensação que estou experimentando, de confiança total no amor de Deus por nós.

É isso! Leiam “A Cabana”.

Beijocas!

Pergunta de uma blogueira

sexta-feira
jan 8,2010

Bem, ontem eu recebi pela primeira vez aqui no Bonde um comentário ofensivo. Não uma ofensa a mim, mas a uma pessoa que comentou em um post há algum tempo. E isso me deixou em um grande dilema.

Eu sempre moderei os comentários do Bonde para ter controle, saber quem andava comentando, quando, evitar comentários duplos e, claro, ter um motivo a mais pra vir aqui e me dedicar ao blog. A minha intenção não é ficar escolhendo o comentário que vai ser aprovado ou não, já que eu sempre defendi a liberdade de expressão.

Acontece que eu também sempre defendi o respeito às pessoas. Sempre achei que há várias maneiras de se dizer a verdade e que não é necessário escolher a pior delas. Agora estou em um dilema e preciso de alguma ajuda pra resolvê-lo.

Vocês blogueiros, me digam: eu devo aprovar ou recusar o comentário? Até onde vai a liberdade de expressão na seção de comentários do seu blog? Qual é o critério que vocês usam para aprovar ou recusar um comentário?

Help me!

quarta-feira
jan 6,2010

Você já parou pra pensar o porquê de nosso estômago roncar quando temos fome?

Estava pensando sobre isso dia desses. E encontrei a resposta no site Saúde Vida On Line.

O ronco é provocado por fortes contrações na parede do estômago, que acontece em pequenos intervalos de tempo. Ao atravessar o abdômen,onde há partes ocas, o barulho é aumentado, como se estivesse dentro de uma caixa de ressonância. As contrações do estômago, disparadas pelo sistema nervoso central, são uma forma de o órgão se preparar para receber os alimentos. O horário em que eles acontecem varia de acordo com o período em que a pessoa costuma se alimentar. Para quem não tem horário o ronco costuma aparecer entre cinco ou oito horas de jejum.

Interessante, né? Visitem o site. Tem várias curiosidades lá.

By the way, eu consegui dormir! Obrigada pelas dicas.

E um Feliz 2010 a todos!

Preciso dormir

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quinta-feira
dez 10,2009

Gente, sério! Alguém aí tem alguma receita para me ajudar a conseguir dormir?

Há dias tenho dormido mal, mas pelo menos CONSEGUIA dormir. No domingo dormi o dia praticamente todo. Mas desde segunda-feira não consigo pegar no sono. Durmo no máximo 4 horas por noite e bem atribuladas, acordando de tempos em tempos. Se resolvo levantar pra ir ao banheiro, já era! Nem ouso ligar a televisão. Dia desses passei a noite em claro e, quando deu 6 h e vi que o sono tinha passado longe, resolvi pegar meu cachorro e ir caminhar pra ver se cansava um pouco mais o corpo e dormia. Nem assim!! Voltei e cochilei entre 9 h e 12 h…

Ontem resolvi tentar de novo e fui fazer exercícios na esperança de que chegaria em casa e desabaria na cama. Quem disse? Cheguei sim, com sono. Mas só fui dormir 2 horas da manhã e, adivinhem: 5:30 já estava com os olhos abertos. Às 7 h desisti de tentar dormir novamente.

Desde a adolescência eu tenho problemas de insônia. Dificlmente consigo dormir antes das 2 h. O sono da noite não me relaxa, mas um bom cochilo à tarde me renova! Mas não estou conseguindo dormir nem à tarde… Fico rolando, olhando pro teto, buscando posições na cama, pensando, cantando, lendo… A vontade que eu tenho é de me levantar da cama e sair pulando! – Pausa pra imaginar a cena… hehehe… – Tenho isso de tempos em tempos, mas ao menos antes eu conseguia manter meu sono durante as crises. Agora nem isso!

Enfim, não aguento mais! Pra funcionar direito eu PRECISO das minhas 7 horas diárias de sono – no mínimo! Estou sem paciência, sem rendimento… As notícias do Dihitt estão acumulando, não tenho saco sequer pra escrever!

HELP ME!!

Só uma coisa a dizer…

segunda-feira
dez 7,2009

Só tenho uma coisa a dizer…

HEXAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA AAAA!!!!!

UMA VEZ FLAMENGO, FLAMENGO ATÉ MORRER!!!!

Uma vez flamengo,
Sempre flamengo.
Flamengo sempre, eu hei de ser.
É meu maior prazer vê-lo brilhar,
Seja na terra, seja no mar.
Vencer, vencer, vencer!
Uma vez flamengo,
Flamengo até, morrer!

Na regata, ele me mata,
Me maltrata, me arrebata.
Que emoção no coração!
Consagrado no gramado;
Sempre amado;
O mais cotado nos fla-flus é o ‘ai, jesus!’
Eu teria um desgosto profundo,
Se faltasse o flamengo no mundo.
Ele vibra, ele é fibra,
Muita libra já pesou.
Flamengo até morrer eu sou!

Medo de abrir a internet

quinta-feira
dez 3,2009

Gente, estou com medo de abrir a internet!

Ontem o Lombardi foi encontrado morto em sua casa. Fiquei chocada! Apesar de ter a consciência de que ninguém é “pra sempre” neste mundo, nunca deixo de me surpreender e lamentar notícias assim. E o Lombardi fez parte da minha infância e adolescência, enquanto ainda tinha paciência pra assistir ao programa Silvio Santos e, diga-se de passagem, a voz do Lombardi era a única coisa boa que ainda restava no SBT.

E hoje abro a internet e vejo que Leila Lopes também foi encontrada morta em seu apartamento. Tô besta! Parece que encontraram alguns antidepressivos na casa dela, mas a causa, até agora, foi parada cárdiorrespiratória (a propósito, eu odeio esse diagnóstico. Quem não morre de parada cárdiorrespiratória?).

Bem, eu nunca morri de amores por Leila Lopes, mas ela fazia parte do elenco da Globo quando eu ainda tinha paciência pra assistir novelas. Quem não se lembra de sua professorinha Lu? Na época, minhas bonecas todas se chamavam “Leila” só porque eu a achava linda. Falando nisso, foi até difícil encontrar uma imagem dela antes das plásticas e dos filmes eróticos, mas encontrei:

Estou com medo de abrir a internet amanhã… Já demorou para superar Heath Ledger e agora essas. Triste, viu? Muito triste…

Vou deixar pra vocês o vídeo que a deixou famosa no YouTube.

terça-feira
dez 1,2009

Gente, tô felicíssima!

Finalmente, depois de anos tentando e sendo humilhada pelos meus irmãos (um deles foi publicado 3 vezes e o outro nada menos que 5), o MR do Charges resolveu me publicar! O print tá aí, mas acho melhor ir até o site dar uma olhadinha:

Feliz! Feliz…

A propósito, não vou fazer posts de “estou de volta”. Talvez seja essa a grande “maldição do Bonde”. hehehe…

Beijos a todos!

Por que o Bonde está parado ultimamente?

  • Filed under: Blogando
domingo
ago 23,2009

Algumas opções:

1. A maquinista anda sem saco?
2. A maquinista anda sem internet?
3. A maquinista anda sem tempo?
4. A maquinista anda sem idéias?
5. Muitas coisas andam acontecendo na vida da maquinista?
6. Um pouco de todas as opções acima?

Gente, coisas demais andam acontecendo na minha vida. Eu não queria falar nada aqui no Bonde até que tudo se resolvesse, mas agora já posso comentar.

No mês passado meu pai começou a ter dificuldades para urinar. Encafifado, foi logo ao laboratório fazer o exame de PSA (antígeno prostático específico). O valor normal do PSA é até 2,5 ng/ml e do meu pai estava 5,4 ng/ml, o que indica problemas de próstata. Bom, ele foi ao médico fazer o exame do toque. O médico não detectou absolutamente nada e pediu para repetir o PSA. Novamente o exame de sangue deu alterado. O médico pediu uma ultrassom na próstata. Não foi visto nada. Repetiu o PSA. Alto novamente. Por fim, foi pedida uma biópsia e o resultado foi o pior: câncer de próstata. E aí começou todo o clima de apreensão aqui em casa.

Graças a Deus, meu pai é um homem informado e conhece o próprio corpo. Assim que percebeu que havia alguma coisa errada procurou um médico, o que possibilitou sabermos da doença no comecinho e, graças a isso, as chances dele são maravilhosas. Porém, uma notícia assim choca, não é? Sobretudo quando tantas pessoas na minha família – inclusive eu – já tiveram câncer. Enfim, apesar de toda a certeza de que meu pai ficaria bem, que era apenas uma fase, isso me abalou. Principalmente porque precisei dar forças para o restante da minha família. Eu só queria saber de assistir “Grey’s Anatomy“, ler livros e jogar The Sims 3. Parei de entrar no MSN, deixei o Bonde de lado e o projeto do Infamidades foi adiado também. Viajei pra Goiânia com meu irmão e cunhada pra me distrair um pouco e voltei no começo de agosto com força total.

Pois bem! Meu pai foi operado semana passada, dia 15/08, sábado. O plano do médico era retirar a próstata dele e esperar sua recuperação. E a cirurgia foi um sucesso, graças a Deus! Os médicos falaram que a operação dele foi muito melhor do que o esperado! Tanto que, domingo à noite, quando fui visitá-lo, ele estava andando no corredor do hospital, batendo-papo com outros pacientes. Terça-feira ele voltou pra casa. Meu pai está bem, andando, comendo, brincando, navegando na internet e brigando pelo controle remoto da televisão. Ainda está de sonda, mas só por estar em casa e rodeado da família, dos amigos e dos cachorros, já está bem mais alegrinho e melhor… Com a graça do Senhor Meu Deus! :)

Então, gente… Não desisti do meu Bondinho. Eu apenas fiquei sem trilhos pra guiar. Principalmente porque, unido a isso, fui promovida no trabalho e estou trabalhando de manhã, de tarde e de noite, me envolvi com alguns projetos do Centro Espírita, a mãe de um amigo meu faleceu e passei a ser colunista do blog Os Karas fazendo o que eu mais gosto de fazer: criticas! :P
Não tenho tido muito tempo pra fazer muitas coisas e até me esqueci do meu aniversário no final do mês! Pasmem! hehehe…

Bom, é isso. O Bondinho voltará à ativa na medida do possível. Prometo que, a partir de setembro, vou organizar o meu tempo pra não deixar o Bonde parar mais.

Um grande beijo a todos!

Pegue o Bonde:


Recados:

A Comunidade do Bonde no Orkut tem uma nova enquete: "Você concorda com o Projeto de Lei do Senador Cristóvam Buarque?". Não se esqueçam de votar! :)


Enquete:

O que você achou do final de LOST?
Mííííííííístico!!!! Muito bom!!!
Adorei! Só não gostei de não ter respostas.
Neutro. Um final previsível para a série.
Não gostei, mas poderia ter sido pior.
Tá brincando? Vou juntar uma gangue pra pegar o JJ ABRAMS por ter me feito de idiota por 6 anos!


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