Gente, achei isso aqui no Desciclopédia sobre o Palmense e rachei o bico de tanto rir!!! Meus comentários estão em negrito.
Palmense:
É um ser acostumado a viver entre as temperaturas de 40 °C a 55 °C (verdade!!). O Palmense, de acordo com a evolução natural, sobrevive em temperaturas elevadas e umidades baixas, no entanto, a sua resistência a temperaturas abaixo de 40 °C depende do uso de casacos, sobretudos, luvas e botas. Curiosidades de um palmense típico:
* Quando não se acha alguma coisa em um supermercado (hortelã, por exemplo), nem precisa ir em outro porque já sabe que não tem. Ah, antigamente era assim, mas agora a gente já tem o Extra!
* Sofre ataque de “piranhas” dentro e fora d’água. kkkkkkkkkkk… Verdade!
* Quer ir para sua casa? Pegue o EIXÃO (“cheião”) ou se preferir, vai de Gol (Grande Ônibus Lotado)! Culpada!
* Acha normal ter rotatória a cada 500 m na rua. E não é?
* Chama essas mesmas rotatórias de “queijinho”. E não é? (2)
* O melhor de Palmas é que você acaba achando o lugar que você mora (depois de se mudar de Palmas) um paraíso… Ah, essa eu “disconcordo”! Aqui é muito bom!
* Só de sacanagem construíram Palmas a 60 km de uma cidade chamada de Paraíso… daí você mora no INFERNO, mas jura que está perto do PARAÍSO… Essa é boa!! Nunca tinha ouvido!! hahahahaha
* Quando inaugura um lugar que nem é grande coisa, o povo corre pra lá, parecendo formiga no doce, e acham que estão abafando. E esses lugares ainda botam o nome de “Não sei o que Center Park” só porque tem um boliche (acho que ninguém nunca jogou isso na vida, aqui em Palmas) e um Bate-bate do tamanho de uma cama de solteiro. Verdade! Por isso só vou depois de duas semanas da inauguração. E todo o mundo pergunta: “Você já foi no lugar tal? Não? Por quê? Lá tá ótimo! Fiz isso, isso e isso”.
* Acorda às 7 da manhã com um carro de som gritando as últimas promoções do Armazém Paraíba e tocando “Você não vale nada mais eu gosto de você…” Gente! Verdade!!! Um sacoooo!!
* Vê a propaganda do Jornal do Tocantins e canta a musiquinha do “3215-9595″ fazendo a coreografia. Culpada! (2) hehehe
* Tudo o que você vai fazer tem que ser “bem” feito: “Olha bem isso aqui”, “me empresta bem tal coisa”, “olha bem aquilo”. É! Achei estranho isso quando cheguei, mas já me acostumei.
* Chama sopa de caldo e pão de queijo de mangulão… E ainda acha estranho que no resto do mundo tenha nome diferente. Nunca tinha ouvido “mangulão”, mas se está no Desciclopédia, é verdade! hehehe
* Não conhece as “pamonhas de Piracicaba”, mas tem larga experiência com o “sorvete de 5 bolas por 1 real”. E acha ele o máximo! É!!! E antigamente eram 8 bolas por 1 real! Olha a inflação aí!!! hahaha…
* Chama a margem do rio de praia, e a represa de lago. Não gostei dessa! Nossa praia é praia mesmo! Só não tem onda!!! E nós não temos represa, temos um LAGO lindo!!! Hunf!
* Acha que todo cachorro peludinho é Poodlle. Essa eu nunca vi, mas…
* Acha normal sair na rua e encontrar o governador, prefeito, senador, etc. fazendo compras no mesmo supermercado que você. E não é? (3)
* Tem algum amigo que é parente do governador (ou você mesmo é). Verdade! hehehe
* Acha a feira do Bosque um programão! Putz!!! Sem noção, gente! hahaha… LOTA!!
* Quando o termômetro marca 30 °C, sai de casa todo agasalhado pra tomar café quente com pão de queijo e fondue. hahahahaha! Exagero com um fundo de verdade. Basta dar uma chuva que o povo sai de casaco. Vou fotografar pra vocês um dia.
* Quando pede uma pizza entope ela de catchup e maionese. Ahhh, sem esquecer da pimenta vencida que tem em tudo quanto é lugar… (E ainda acha bom). Eca! Não faço isso, não! E nem nunca vi pimenta vencida. Mas também não como pimenta, né?
* Quando alguém te xinga de alguma coisa, você responde “é tu”! Culpada! (3)
* Coloca a negação depois do verbo… Formando frases do tipo “vô não”, “fui não”, “quero não”. Muito estranho esse jeito nem tão palmense, mas tocantinense de falar… hehehe
* Fala que está “caçando” alguma coisa, quando na verdade está tentando descobrir onde ela está. Ouço muito isso!
* Tudo que você não sabe o nome vira “trem”. Eu achei que isso fosse coisa de mineiro… Mas por aqui também tem. Culpada! (4)
* Acha galinhada com pequi a oitava maravilha do mundo. Eca!!!
* Rói um pequi que “Arre Maria”! E fica doido quando não dá pequi. 2007 mesmo quase morre porque deu pouco. Verdade!
* Sabe o que é pequi! hahahahahaha!!! É!!! Um dia faço um post sobre pequi! Ninguém mais no Brasil, além de Goiás, claro, conhece esse trem! Ops… hahaha!
* Acha aquela desgraça arquitetônica do palácio do governo a coisa mais linda do mundo. Ahh!! Culpada! (5) É lindo mesmo!!!
* Compara o parque Cesamar com o Ibirapuera. E ainda diz que o Ibirapuera num é tão legal. Nunca ouvi falarem isso.
* Quem é pobre se finge de rico, e quem é rico se finge de pobre. No final, ninguém sabe a condição financeira das pessoas e nem se interessa. Hum… Essa aqui é enganosa! Tem distinção mesmo sim!
* Chama maloqueiro de “mala” e “os malas” (vulgo “mala-sem-alça”) de “injuado” ou “gasturento”. “Gasturento”????? hahahahahaha!!! Nunca ouvi essa! Mas faz todo sentido!! haha
* Fala de Goiânia como se fosse Nova York… (O centro mundial de compras e divertimento). Gente, é impressionante!!! Goiânia é o centro do mundo para os palmenses! Tanto que cheguei lá cheia de expectativas e me frustrei!
* Chama o Palmas Shopping de ‘Shopping’; Culpada! (6) hehehe… Acreditam que já me perdi ali dentro? hahaha… Só eu mesmo!
* Quando vai pra cidade grande fica todo feliz de ver um shopping com mais de 2 andares e sai correndo pra comprar roupa no Carrefour. Culpada! (7) hahahahaha… Ai que mico!!!
* Já tá tenso porque o Shopping Capim Dourado não fica pronto logo… E fica todo alegre quando vê um Outdoor: “O novo tesouro do Tocantins…” Éééé!! Culpada (8)
* Não faz a mínima ideia de qual é o seu CEP, e sempre coloca ele como 77000-000. Eu sei meu CEP! Rá!
* Acha que a cidade é grande porque pega 4 ônibus pra ir ao trabalho. hehehe… Verdade! Acho bom quando o povo diz que mora longe porque leva 25 minutos de ônibus pra chegar. Só me lembro dos meus amigos do Rio e Sampa. hehehe
* Até hoje não descobriu se mora na “Arse sei lá quanto” ou na “Sei lá quanto Sul”. Rá! Essa eu também sei!!
* Em vez de chamar seus amigos pra fazer alguma coisa, você diz algo parecido com “bora fazê tal coisa”. Culpada!!!! (9)
* Chama a amiga de ‘Ciá’ ou de ‘Siá’, depende da origem… Se for de ‘Sinhá’ se escreve ‘Siá’, mas se for de ‘companhia’ se escreve ‘Ciá’, se é que essas são as possíveis origens desse termo muito estranho. Muito estranho mesmo! E feio! Me dá gastura! hehehe
* Chama os meninos de ‘ur menino’ e as meninas de ‘ar menina’. Ééééé!!! hahahaha!! Não existe “S” para o plural palmense e nem a letra “V”. É: “Râmo lá!” ou então: “Esse menino réi feio!”. hahaha!!!
* Responde a maioria das perguntas com um simples ‘marrr moço’ ou ‘marrr rapaz’ Ex1: Você gostaria de ganhar na mega sena? Resposta positiva: ‘marrr moço!!’ (‘marrr rapaz’) Ex2: Você gostaria de ser corno? Resposta negativa: ‘marrr moço!!! (‘marrr rapaz’). Culpada!!!! (10) hahahaha…
* Compra roupa na ‘Feira de Goiânia’ e diz que é roupa de griffe. Já vi gente fazendo isso…
* Ficou 15 horas na fila do dia de inauguração do Bob’s, pra pedir um Ovomaltine. No meu caso, foi 1:10 h na fila do drive-thru. hehehe…
* Não se importou de ficar em pé na fila na inauguração do Giraffas por horas. Não fui na inauguração do Giraffa’s, mas conheço gente que foi.
* Acha que Palmas tá ficando chique, afinal, já tem Bobs e Giraffas. Éééé!!! E Makro, Extra e o Atacadão do Carrefour!! hahahaha…
* Fica domingo procurando um lugar para sair à tarde, mas todos os bares estão fechados. Impressionante, gente!!! Só aqui em Palmas mesmo!! Nem sorveteria abre antes das 17 h de domingo!!
* Prefere nadar na beira do lago, com toda a sujeira, piranhas e arraias, usando o bronzeador “Tom Tom”, formando aquela mancha de óleo, ao invés de ir para Taquaruçu curtir uma água de cachoeira. Bronzeador “Tom Tom”? Nunca ouvi falar nisso… Bem, não vou à praia e nem à cachoeira, mas Taquaruçu é longe… hehehe
* Fica cantando quando menos percebe músicas do tipo “Risca Faca”, “Americana” e acha o máximo. Deus me livre!!!!
* Acha normal que na mesma cidade existam mais de 200 seitas religiosas diferentes e já acostumou com todo mundo tentando te converter. Putz! Mais do que verdade! Sem brincadeira, em um raio de 1 km da minha casa existem 12 igrejas evangélicas, 2 católicas e um Centro Espírita.
* Quando vai pra uma cidade de “verdade” (Goiânia e Brasília estão fora disso… Cidade planejada não vale), acaba pagando o mico de perguntar pro povo “em que quadra você mora”. hahaha… Nunca aconteceu comigo, mas não é improvável.
* Acha normal vender galinha, cabra e porco vivo na feira. E não é? (4)
* Depois das festas ou shows chama os amigos pra ir no SuperUltraMegaHiperPoint DOG ROMA pra comer um Cargo Chefe e fechar a noite com chave de ouro. hahahaha!!! Culpada (11)
* Sempre tem um parente PM… quando é pego em uma blitz policial já vai logo dizendo: “Moço, quebra meu galho ai, sou parente do policial Tal”. Putz!!! Verdade mais verdadeira do mundoooo!!!
* Acha que tem mais maranhense aqui do que no Maranhão. E não é? (5)
* Fala um ‘TU’ feito doido, tudo que fala tem ‘TU’ Ex: “Tu vai… Tu foi… Tu é doido…” Mas nunca usa da forma correta. Putz!!! Culpada!! (12) hahaha… Mas eu também uso da forma correta, oras!!
* Compara Palmas com Brasília como se fosse ter 7 virgens no céu após comparar e morrer! Oxe!! Não sei disso, não… É Goiânia!! hehehe… Mas Brasília é muito melhor!!
* E por último, porém não menos importante: “Odeia Palmas do fundo do coração (mentira), mas não sai de lá nem a pau”. Não odeio Palmas e nem saio daqui nem a pau!!! hahahahahahahahaha….
Muito bom, gente!! O que seríamos de nós se não tivéssemos a capacidade de rir de nós mesmos?
Ok, acho que agora já estou psicologicamente preparada para falar sobre o final de Lost. Mas já vou avisando: se você não assistiu, não leia! Contém alguns spoilers.

Todos que acompanham o Bonde desde o início sabem que eu era fã-fissurada-doida-viciada-maluca de Lost. Não cheguei a comprar os bonequinhos dos personagens, mas acompanhava a série, sofria a cada semana esperando por mais, literalmente comemorava cada mês que passava a espera da nova temporada e, consequentemente, mais episódios e talvez respostas. Cheguei aos cúmulos de SONHAR com Lost (vide aqui e aqui) e de rezar para não morrer antes do episódio final da série, ou teria que obsediar algum fã fissurado de Lost, o que não seria nada legal.
Assim, comecei a assistir a sexta temporada com dor no coração. Aquele era o fim! Não haveria mais depois disso. Eu iria me sentir vazia sem Lost! Como seriam os meus dias sem esperar por mais um episódio? O que eu iria assistir agora? Como seriam as conversas sem falar das teorias de Lost? O coração doía. E a dor só piorava a cada episódio. Piorava por dois motivos: o primeiro porque se aproximava do fim e o segundo porque a cada episódio da sexta temporada que passava, mais perguntas eram levantadas e menos eram respondidas. Quando cheguei ao meio, usei a desculpa de esperar meu irmão se atualizar e assistirmos juntos. No fundo, eu não queria admitir que estava me decepcionando, mas como a sempre otimista que fui, ainda esperava que as coisas dessem certo, afinal, confiava cegamente em JJ Abrams!
Então, esperei que Lost terminasse nos EUA e me atualizei, deixando apenas o último episódio de fora. Eu havia combinado com meus amigos que assistiríamos juntos na casa do Guigo no dia 25, quando o AXN fosse exibir. E vocês não têm ideia do que isso foi pra mim. Meu irmão, que havia me traído e assistido a todos os episódios sem me esperar, ficava gritando aqui na frente do computador: “Míííístico”!!! ou então: “Tefaaa!!! Você tem que ver isso!!!”. E eu arranhava as paredes – literalmente – para não cair em tentação, não assistir ao último episódio no computador ou pior: não ler os spoilers na internet! Quando a noite foi chegando, tive a ideia de documentar esse “momento histórico” com vocês do Bonde e comecei a filmar as diversas etapas do final de Lost: as expectativas, o que estava achando do episódio especial, o caminho para a casa do meu amigo, as entrevistas que fiz com eles sobre as suas próprias expectativas… Filmei a minha conversa com meu irmão por telefone (ele não foi para a casa do Guigo, ficou aqui em casa mesmo e nós nos ligávamos a cada propaganda pra comentar). E aí veio a grande revelação: todos estavam mortos.
Gente, vocês não têm noção do PQP que eu falei na hora. Meu irmão me ligou e disse: “Peraí, me explica que eu não entendi: JJ f***u com a gente??”. E eu falei: “Véi, foi!”. É, eu e meu irmão usamos uma linguagem bem madura.
Ok, deixe eu contar uma coisa pra vocês. Durante os seis anos em que eu assisti Lost e fiz propaganda para os outros, os que não entendiam nada simplesmente diziam: “Ah, eles estão mortos!” ou então: “Ah, é um sonho de alguém!”. E eu, exasperada falava: “Não. O JJ já falou que ninguém está morto e que não é um sonho. Vai ter uma explicação bem plausível pra isso tudo”. E como vocês acham que ficou a minha cara quando o Christian diz para o Jack que ele morreu?
Antes que alguém venha me torrar a paciência, sim, eu entendi que eles não morreram no acidente! Tudo o que aconteceu naquela ilha foi real e que cada um deles morreu em um momento diferente da história! Mas ainda assim é a explicação que todos prometeram que não dariam! E outra: como diabos essa explicação de fato explica alguma coisa? Não explica nada! Só explica o que raios eram aqueles flashsideways na sexta remporada! Aliás, a sexta temporada foi puramente auto-explicativa. Não explicou mistério algum! Ah, sim, minto. Tenho que fazer justiça: explicou que o Richard veio no Black Rock – o que todo o mundo já sabia -, falou quem era o Jacob, um pobre-coitado (odiei a história dele, só gostei de ter finalmente descoberto quem eram Adão e Eva!) e deu a segunda explicação para a fumaça preta (pelo menos eles tiveram a decência de mostrar o Ben dizendo que também estava errado sobre isso)…
Eu tenho que dizer que esperava que Lost tivesse um pouco mais de lógica do que misticismo. A série começou com coisas malucas, mas perfeitamente plausíveis (exceto, claro, o tal Lostzilla, mas eu engoli a história do “dispositivo de segurança”), coisa que a ciência, mesmo que com uma balela das boas, poderia explicar – como em Fringe. A segunda temporada veio nos mostrar que a ilha era um lugar de experimentos científicos, o que fortalecia a ideia. A terceira, idem! Até a hora em que começam a falar de Jacob. A quarta temporada foi legal, aquela coisa toda de terem que voltar da ilha, Eloise aparecendo novamente e toda aquela parada. E aí, chega na quinta… Começa o papo místico se sobressair. Bem, eu estava gostando, claro. Continuava acompanhando a série, arrancando os cabelos e esperando empolgadíssima o próximo episódio, embora no fundinho estivesse ficando um pouquinho decepcionada com o rumo das coisas. Eu entendia que JJ falava que queria fazer uma reflexão sobre os dois opostos, o bem e o mal, desde um dos primeiros episódios, quando Locke ensina Walt a jogar gamão e ainda tentava ter um ponto de vista filosófico de tudo aquilo. Mas não esperava, de forma alguma, que todo o final de Lost tivesse a ver com misticismo, com estátuas de deusas egípcias, coisas que têm que proteger, água mágica para tomar e ser o guardião, jamais entrar no lugar que tem que proteger, só os “escolhidos” vendo o verdadeiro lugar, gente ressuscitando e blá, blá, blá, blá. E mais blá. Pra fechar com chave de ouro, uma explicação de que a ilha guardava algo muito importante que vivia dentro de cada homem e não podia se extinguir, por isso alguém tinha que ficar de guarda, além de não deixar o cara da fumacinha sair da ilha porque o mal se espalharia pelo mundo. E o mais brilhante: os flashsideways sendo uma espécie de “Nosso Lar“, onde todos buscariam a redenção e se encontrariam novamente. Faça-me o favor!!!!!
Mas o pior de tudo, o pior mesmo de tudo, é a faltas de respostas! Inúmeras perguntas que a série levantou durante todo esse tempo ficaram sem respostas! Ninguém sabe ao certo o que é a ilha, o que deve-se proteger, quem é a mulher que matou a mãe de Jacob, quem era a galera que veio com o Jacob, quem levantou a estátua egípcia e mais um infinito de perguntas. Já vi várias explicações pra isso, mas é tudo a interpretação dos caras, em momento algum a série falou a respeito!
Sério, fiquei com vontade de ir até LA dar umas porradas no JJ.
Mas agora que eu estou mais calma, consegui refletir um pouco sobre algumas coisas. Lost é e vai ser sempre a minha série favorita. Vou continuar recomendando e vou continuar assistindo aos episódios. Também achei bacana ver que os personagens não ficaram mais “lost”. Quando todos caíram na ilha, suas vidas estavam um caos, eles estavam mesmo perdidos e, no final, encontraram a redenção, a paz. Achei bonito isso. Mas PQP! Que explicaçãozinha mais fuleira! Lost não tinha que ter um final bonito, mas um final condizente com o restante da série. Lost merecia, pedia um final impactante e surpreedentemente bom! Me senti, honestamente, enganada e feita de babaca por seis anos. Esses caras falaram que sabiam o que fariam com Lost desde o início e o final só mostrou que eles estavam mais perdidos do os personagens – desde o início! Que balela, gente! Por que não afirmar que estavam tentando descobrir o que fariam com a série? Aposto que ninguém ia deixar de assistir Lost por essas declarações e seria até mesmo mais bonito! Tantas coisas teriam sido diferentes na série se eles já soubessem que este seria o final! A verdade é que eles queriam acabar logo com a série e disseram: “Ah, põe a galera toda morrendo porque dá menos trabalho e o povo fica satisfeito”. Qual é?
De agora em diante, qualquer coisa que tiver o dedo de JJ Abrams vai me fazer arquear a sobrancelha. E já vou ter pouquíssimas, mas pouquíssimas mesmo, expectativas em relação a Fringe. Já sei que vou me desapontar.
Damn JJ! You ruined my life!!! hehehehe…
Ok, gente! Estou melhor depois que desabafei. Posso cuidar da minha vida agora. uhauhauhauha…
E quanto ao vídeo, esqueçam! Fiquei desapontada demais pra querer trabalhar nele.
Até a próxima!!
PS. Onde vocês leram: “fiquei desapontada demais pra querer trabalhar nele”, entendam: “eu não entendo p***a nenhuma de edição de vídeo, já quebrei muito a cabeça com isso e não tô querendo me estressar agora. hehehehehe
“Varre prá esquerda
Varre prá direita
Levanta poeira
Que essa dança é porreta…(2x)
(…)
Diga aonde você vai
Que eu vou varrendo
Diga aonde você vai
Que eu vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo…(2x)”
Vocês se lembram dessa música da banda Molejo (é, eu gostava do “Molejão”, e daí???)? Tô aqui cantarolando enquanto tiro essa poeira e essas teias de aranha! Genteee!! Esse Bonde nunca esteve tão abandonado!
Mas eu tenho que confessar: já pensei em deletar meu Bonde várias vezes nesse tempo em que estou afastada. O “problema” é que todas as vezes em que penso em exclui-lo, vejo que tem mais de 6 pessoas visitando ao mesmo tempo e fico feliz… Até reinstalei o plugin para ver as estatísticas do Bonde de novo. Refiz meu compromisso comigo mesma de não deletar meu Bondinho!
Só espero que vocês também fiquem felizes com isso. hehehe…
Bom, deixa eu só falar algumas coisas que não contei a vocês. Prometo que não vou me demorar.
Estou na faculdade de novo! Sério! Mas eu preciso de palavras animadoras, ok? Quando fui fazer minha matrícula e a mulher do protocolo viu que eu já era formada, me olhou com uma cara desanimada e disse:
- Mais cinco anos na faculdade? Deus me livre! Você é muito animada.
É, eu sei. Mais cinco anos estudando não vão ser fáceis. Mas who cares?? Desta vez vou ficar cinco anos estudando algo que eu realmente amo e tem a ver comigo: Psicologia. E devo dizer a vocês que nesses dois meses em que voltei para o curso, estou apaixonada. Já pensei em 34298 áreas para trabalhar, mais 293487 temas para pesquisar e mais 29887 para minha monografia. E tudo isso no primeiro período! Como vocês podem ver, continuo exagerada! hehehe…
Mas sério! Está sendo muito bom voltar para a faculdade. Principalmente porque agora eu tenho uma ótima motivação. Não sei se contei a vocês que antes de fazer Biomedicina, fiz um semestre de Psicologia. Pois bem, estou vendo agora que TODAS as pessoas que entraram comigo no curso em 2002 estão agora empregadas e sendo bem-sucedidas no trabalho. Uma delas é até minha professora! Estou feliz mesmo!
Palavras animadoras, galera… Palavras animadoras! Mantenham isso na cabeça ao comentar esse post. hehehehe…
Uma notícia não muito boa: assaltaram minha casa em março. Pois é. Olha: isso vale para quem acha que coisas ruins só acontecem com os outros. Por mais que eu tivesse medo disso, sempre achei que algo assim não aconteceria comigo. Mas aconteceu. Não vou contar os detalhes a vocês porque não quero que fiquem apavorados como eu fiquei, mas basta que saibam que estamos todos bem e o assaltante só queria mesmo levar a televisão da sala e o notebook do meu irmão que estava sobre a mesa. Ninguém se machucou. O cara levou o carro do meu irmão também, mas apenas para transportar o que ele roubou, tanto que abandonou o carro na estrada e nós já o recuperamos. Então, estou dizendo isso apenas para vocês tomarem cuidado! Coisas ruins acontecem com a gente também e nada de filosofia “Hakuna Matata”, hein? Cuidado! E por causa disso tenho que dizer a vocês que parei de ler “Laranja Mecânica”. Estava lendo este livro, como prometi no último post, e achei que não era o momento de continuar a leitura. Não tinha saúde psicológica o suficiente. Mas mais tarde eu continuo e venho contar a vocês.
Estou escrevendo de novo! Essa notícia é ótima! Bem, quero dizer, estou escrevendo quando dá tempo, né? Essa vida de universitária é terrível! hehehe… Tenho uns três trabalhos para entregar semana que vem! Mas o que importa é que peguei esse livro de novo e tô achando que este ano sai, afinal, em dezembro o livro vai completar 10 anos! uhauhauha… Sabe que estou até pensando em deixar um trechinho dele aqui pra vocês? Quero suas opiniões!! Vocês opinam pra mim?
Gente!!! Vocês estão acreditando que “Lost” vai acabar? What the hell am I going to do now?? Estou assistindo “Fringe”, mas não tenho tanta vontade de arrancar os cabelos como em “Lost”. Falando nisso, vocês estão gostando? Eu não vi todo o final da temporada ainda. Estou esperando terminar todos os episódios e assistir de uma vez. Já me torturei por muito tempo com esse “Lost”. hehehe… Mas me deem opiniões, please! E nada de spoilers, ok?
E começou também a quarta temporada de “So You Think You Can Dance?” na Liv. Quero dizer, quarta aqui no Brasil, né? Nos EUA já deve estar na sexta ou sétima. Enfim! Estou assistindo e amando, embora ainda não esteja apaixonada por nenhum candidato como me apaixonei no ano passado. Aliás, uma declaração: não vou torcer por ninguém! Impressionante como cada pessoa para quem eu torço sai! Que droga! Não quero mais ninguém vítima do meu pé-frio! Exceto o “Curintia”… uhauhauhauhauha… Valeu, Mengão!!!
Bem, é isso! Chega de falar de mim, né? Prometo voltar logo. Estava com saudades…
Beijos para a galerinha que não esquece desse Bondinho.
Gente, se vocês nunca levaram a sério qualquer coisa que eu tenha escrito neste blog, peço que levem hoje. De verdade.
Acabei de ler um dos livros mais lindos do mundo: “A Cabana”, de William P. Young. O livro conta a história de Mack, um homem mergulhado no que ele chama de “A Grande Tristeza” após o assassinato brutal de Missy, sua filha caçula. Um dia Mack recebe um bilhete supostamente escrito por Deus, querendo encontrá-lo na cabana onde ocorreu o assassinato de sua pequena. Curioso, Mack vai até lá. E tem o final de semana mais incrível de sua vida.
E os leitores também.
Apesar de ser Espírita e discordar de muitas partes do livro, eu me senti profundamente tocada por aqueles diálogos e pela forma que o autor tratou o amor de Deus por nós. Em vários momentos vi Mack perguntar as questões que afligiam a minha alma. E em vários outros trechos eu tive que enxugar as lágrimas e engolir os soluços, experimentando a sensação da paz e do meu próprio encontro com o Paizinho. Sim, meu próprio encontro. Porque quando eu começava a desejar estar no lugar de Mack, sentada no cais ou trabalhando em um jardim com Ele, simplesmente me lembrava de que eu posso ter esse meu encontro em qualquer lugar, em qualquer hora. E assim foi.
Mesmo tendo a consciência de que aquele livro foi escrito por um homem – um presente aos seus filhos, segundo o autor -, é nítido que ele teve alguma inspiração divina. Esse livro me tocou profundamente e eu posso afirmar que me sinto uma pessoa melhor agora. Fiz um acordo comigo mesma: ler “A Cabana” em janeiro de cada ano que eu viver, apenas para manter meu coração iluminado e, claro, absorver cada vez mais das palavras sábias e amorosas do livro. E é por isso que eu o estou indicando hoje: desejo imensamente que experimentem essa mesma sensação que estou experimentando, de confiança total no amor de Deus por nós.
É isso! Leiam “A Cabana”.
Beijocas!
Bem, ontem eu recebi pela primeira vez aqui no Bonde um comentário ofensivo. Não uma ofensa a mim, mas a uma pessoa que comentou em um post há algum tempo. E isso me deixou em um grande dilema.
Eu sempre moderei os comentários do Bonde para ter controle, saber quem andava comentando, quando, evitar comentários duplos e, claro, ter um motivo a mais pra vir aqui e me dedicar ao blog. A minha intenção não é ficar escolhendo o comentário que vai ser aprovado ou não, já que eu sempre defendi a liberdade de expressão.
Acontece que eu também sempre defendi o respeito às pessoas. Sempre achei que há várias maneiras de se dizer a verdade e que não é necessário escolher a pior delas. Agora estou em um dilema e preciso de alguma ajuda pra resolvê-lo.
Vocês blogueiros, me digam: eu devo aprovar ou recusar o comentário? Até onde vai a liberdade de expressão na seção de comentários do seu blog? Qual é o critério que vocês usam para aprovar ou recusar um comentário?
Help me!
Gente, tô felicíssima!
Finalmente, depois de anos tentando e sendo humilhada pelos meus irmãos (um deles foi publicado 3 vezes e o outro nada menos que 5), o MR do Charges resolveu me publicar! O print tá aí, mas acho melhor ir até o site dar uma olhadinha:

Feliz! Feliz…
A propósito, não vou fazer posts de “estou de volta”. Talvez seja essa a grande “maldição do Bonde”. hehehe…
Beijos a todos!
Não, este não é um post romântico.
Bem, devido ao fato de eu estar temporariamente sem internet, só hoje vou conseguir contar a vocês como foi o meu “Dia dos Namorados”, numa notável referência ao já falecido blog “Senta que lá vem a história”.
Valentine’s Day
Fato 1: Para cair, Stéfanie só precisa estar de pé. MESMO!
Fato 2: Apesar dos 25 anos, Stéfanie ainda não aprendeu a andar de salto alto.
Fato 3: A Lei de Murphy insiste em persegui-la. AONDE QUER QUE ELA VÁ!
Fato 4: O Dia dos Namorados coincidiu com o festival PMW, que trouxe as bandas Ratos do Porão e Pato Fu, dentre outras.
“Eram 23 horas. Stéfanie estava em seu quarto assistindo a filmes melosos na televisão, já conformada por passar a data solitária. Terminava de fazer as unhas e já se preparava para dar um banho de creme no cabelo quando seu amigo Rodrigo apareceu em sua casa.
- Bora pro show do Pato Fu? – disse ele.
Stéfanie olhou para ele com desespero e já começou:
- Ahh não, Guigo! São 23 h e eu…
- Bora logo!
- Mas Guigo, eu não tenho roupa, não tenho sapato pra ir, meu cabelo tá horrível e eu…
- Eu vou te dar um murro! Vai logo se arrumar!!!
Diante da ameaça à sua integridade física, Stéfanie saiu resmungando pro quarto. Tomou um banho, fez uma maquiagem mais ou menos e, depois de brigar uns 10 minutos com os cabelos, resolveu deixá-los soltos mesmo. Por fim, chegou ao guarda-roupa.
Havia sido dia de lavagem de roupas, mas não de “passagem” e a única blusa mais ou menos que tinha no armário era uma fofíssima batinha roxa. O único problema com a batinha era que Stéfanie tinha apenas um sapato para combinar com ela: uma sandália plataforma. Ela pegou as sandálias, olhou, olhou e pensou: “Isso não vai dar certo”. Mas o show seria no Espaço Cultural e havia grandes chances de ser na chamada “Grande Praça”, lugar acimentado, sem grandes relevos ou obstáculos que pudessem fazê-la tropeçar. Mesmo assim, olhou novamente para o guarda-roupa na esperança de encontrar qualquer outra coisa, mas foi em vão. Vestiu a bata roxa e a sandália plataforma e seguiu para o show!
Ao chegar no estacionamento do Espaço Cultural, Stéfanie reparou que o festival seria mesmo na Grande Praça e se aliviou. Guigo cumprimentou o rapaz que estava cuidando dos carros – um ex-colega de trabalho – e os seguiram para o lugar do show.
Enquanto andava na pequena trilha de cimento no meio da grama, Stéfanie, preocupadíssima, procurava a entrada. O Espaço Cultural de Palmas tem dois planos: um na altura do estacionamento e um bem mais embaixo, na altura da avenida Siqueira Campos. A Grande Praça ficava no plano de baixo, cujo acesso é feito por uma escadaria ou por um declive no gramado que é praticamente vertical. Desesperada, Stéfanie constatou que a escadaria estava fechada e via Guigo se dirigir para o declive. Hesitante, ela foi andando atrás dele. Olhou para todas as pessoas em volta. Tinha muita gente, mas a maioria estava bêbada! Stéfanie olhou novamente para o declive. “Definitivamente, isso não vai dar certo!!”. Ao ver que Guigo já estava descendo, ela respirou fundo e foi atrás dele.
No quinto passo que ela deu no gramado do declive, VIROU O PÉ DIREITO, SE DESEQUILIBROU, APOIOU-SE NO CHÃO COM O PÉ ESQUERDO, MAS NÃO DEU CERTO! ELA VIROU O PÉ-ESQUERDO TAMBÉM E CAIU DE BUNDA NO CHÃO!
Guigo correu para socorrê-la.
- O que aconteceu? Você tá bem?
- Ai! – gemia ela – Meu pé tá doendo!
- Você torceu o pé? – disse ele preocupado.
- Acho que sim. Torci os dois!
Stéfanie pegou a sandália e viu o estrago feito: o pé direito estava totalmente rasgado, impossibilitando o sapato não apenas de ser usado, mas consertado.
- Você consegue levantar? – disse ele estendendo a mão a ela.
Stéfanie se apoiou no amigo e conseguiu ficar de pé.
- Vamos voltar à sua casa pra você trocar esse sapato.
Mancando, ela e Rodrigo voltaram até o estacionamento. Com o sapato na mão, Stéfanie evitou olhar para as pessoas ao redor. Quando passou por todos, ela começou a rir e Guigo, que estava só esperando uma oportunidade, caiu na gargalhada também.
- Por que isso acontece comigo, Guigo??? Me fala!!
- A sua sorte é que o povo tava bêbado demais pra prestar atenção em você.
Os dois chegaram ao estacionamento e, enquanto abriam o carro, o rapaz perguntou:
- Ué, já vão embora?
- Ela caiu e arrebentou a sandália. – disse Guigo às gargalhadas.
O cara riu também e Stéfanie começou a bater no amigo.
- Não precisa falar isso!!
- E eu vou dizer o quê? – disse ele ainda rindo.
- Diz que eu arrebentei a sandália, ué! Não fala que eu caí!
Guigo levou Stéfanie em casa. Ela pegou um vestidinho preto qualquer e colocou por cima da calça jeans. Calçou uma sapatilha Moleca preta, prendeu o cabelo e voltou pro carro. Guigo enxugou os olhos quando a viu.
- Tava aqui chorando de rir! – disse ele.
- Você não vai deixar isso passar, vai?
- Claro que não!
E os dois voltaram ao Espaço Cultural. Ao chegarem, Stéfanie ajeitou o vestidinho e disse confiante:
- Quero ver alguém me reconhecer agora!
Ao descer do carro, o cara do estacionamento disse às alturas:
- AHH! COM ESSE SAPATO VOCÊ NÃO CAI DE NOVO!!
Guigo voltou às gargalhadas e Stéfanie, novamente sem graça, saiu andando apressada.
- Vamos logo!!!”
Moral da história 1: Nunca, nunca e nunca use uma sandália plataforma se você não sabe onde é a entrada da festa.
Moral da história 2: Jamais caia na presença do seu amigo mais gaiato que não vai nunca esquecer o seu mico e pior: deixar você esquecer!
O melhor de tudo foi no show. Eu e o Guigo encontramos outros amigos e ficamos ali conversando. De repente, o Chrysippo, outro dos gaiatos, me puxa num canto e fala:
- Stéfanie, eu sempre tive curiosidade em saber como era descer esse declive rolando na grama. Me conta como é!
Destaque para meu olhar fuzilante para o Guigo e suas gargalhadas.
A propósito, eu ainda hoje estou com meus tendões dos pés doendo… Mas já estou bem! Depois posto pra vocês a foto do estrago da minha sandália.
AH! O show do Pato Fu foi ótimo!
Desta vez na ilha de LOST… By the way, se você não assistiu à última temporada, melhor não ler. Sim, meu sonho contém spoilers.

“Stéfanie estava em um avião rumo à Los Angeles. Achou a viagem longa demais e decidiu pedir um copo de água, o que sempre faz quando está ansiosa. Apertou o botão no teto e ficou esperando a aeromoça. Uma mulher ruiva se aproximou e sorriu:
- Pois não?
Stéfanie a observou por alguns segundos. Já vira aquele rosto antes, mas onde? Não conseguia se lembrar.
- Algum problema? – perguntou a aeromoça.
- Não, não. – respondeu Stéfanie – Só quero um pouco de água. Pode me trazer?
- Claro.
A aeromoça saiu em direção ao fundo do avião. Stéfanie, ainda com aquela sensação estranha de Déjà Vu, começou a observar à sua volta e o que viu a deixou estarrecida!
Na poltrona ao lado havia um casal de coreanos. A mulher parecia bem chateada e o homem estava calado. Uma moça de cabelos cacheados estava com as mãos algemadas e o cara ao lado dela parecia ser um policial. Havia um rapaz gordo na terceira fileira, ouvindo um fone de ouvido. E um homem moreno e bem vestido tomava um gole de whisky, enquanto um belíssimo loiro resmungava mal-humorado.
- Não pode ser! – pensou Stéfanie – Estou no avião de LOST!!
Um muçulmano olhou para ela e perguntou se estava tudo bem, ao mesmo tempo em que Stéfanie viu um rapaz loiro parecido com um hobbit seguir para o banheiro.
- É o Charlie! Ele vai se drogar. É agora! – virou-se para o muçulmano – Aperte o cinto.
E foi então que as coisas aconteceram. O avião começou a tremer e, de repente, a parte traseira se soltou. O pânico se instalou, ouvia-se gritos por todos os lados! Pessoas foram puxadas para fora, poltronas voavam! Alguns tentavam se segurar com unhas e dentes e então, a próxima lembrança de Stéfanie, foi a de estar à beira da praia.
Era uma praia belíssima, daquelas que geralmente se vê em fotografias ou na televisão. Mas ela não teve tempo de observá-la direito. Havia muitas pessoas machucadas e todos se socorriam uns aos outros. O moreno bem-vestido parecia ser um médico e fazia alguns procedimentos de primeiros socorros, ao mesmo tempo que uma loira gritava desesperada, em choque. Stéfanie, que também sabia algumas coisas de primeiros socorros, começou a ajudar. E se sentiu feliz por ser parte daquilo, afinal, LOST era sua série preferida!
No dia seguinte, Stéfanie viu Sawyer, Kate, Sayid, Shannon e Boone saírem com o rádio na mão, tentando uma frequência. Viu Jack cuidar do policial que passava muito mal e Hurley se empenhando em cuidar da comida. John Locke estava sempre sentado, afastado dos outros, observando o mar. Mas quando ela passava, ele acenava, como se soubesse de onde ela era. Stéfanie passou a ser parte do grupo, agindo como se não soubesse das coisas que aconteceriam. Seu único receio era em relação a Sayid. Ela tinha medo que o muçulmano se lembrasse de que ela o mandou apertar o cinto antes do acidente e, já tendo visto seus “dotes” como interrogador, resolveu se afastar dele.
Um belo dia, ela foi fazer uma caminhada e, quando voltou, as coisas estavam deveras diferentes.
Seus amigos Losties já não moravam mais à beira da praia, mas sim na vila do pessoal da Dharma e estavam bem ali. A vila era sempre abastecida com a comida que “caía” do céu. Todos já estavam acomodados à nova vida e pareciam até mesmo felizes.
Ao vê-la observando tudo de longe, Sun sorriu e foi ao seu encontro.
- Stéfanie! – disse a coreana abraçando-a – Você voltou!
- Sim. – disse ela confusa – Mas estou vendo que vocês já passaram por várias temporadas – e acariciou a barriga de seis meses de gravidez de Sun.
A coreana sorriu e levou Stéfanie para dentro da vila. Todos correram para recebê-la de volta. Jack, Hurley, Kate e até mesmo Sayid deram-lhe um bom abraço de boas-vindas. A única coisa que realmente a deixou triste foi ver Sawyer, por quem tinha mais do que “uma queda”, agora casado com Juliet que, apesar de não estar no avião, estranhamente já a conhecia e eram boas amigas.
- Temos uma surpresa pra você. – disse Jack abrindo a porta.
E de lá saíra a mãe de Stéfanie, seu irmão Rojas e seu amigo Gauchovisky, que também a receberam com um grande abraço.
- Meu Deus! – disse ela feliz por vê-los – O que estão fazendo aqui?
- Nós soubemos onde você estava. – disse Mara, a mãe – Sentimos saudades.
Stéfanie os abraçava feliz, como há muito tempo não se sentia! Tudo estava bem até que Stéfanie viu um homem parado, escorado na porta. Seus atentos olhos azuis a observavam e ela pôde ver sua mente perigosa maquinando planos.
- O que você está fazendo aqui? – disse Stéfanie afastando sua mãe.
Ele se surpreendeu com a pergunta e deu um sorriso dissimulado.
- Eu moro aqui. – estendeu a mão a ela – Então você é a Stéfanie de quem todos falavam? Que bom que está de volta!
Ela olhou com desdém para sua mão e disse:
- Eu não sou como eles, Ben. Não vou cair nos seus planos! Pensa que não te conheço? Eu sei tudo o que você é capaz de fazer!
Sua mãe segurava Stéfanie.
- O que é isso, filha? Por que você está agindo desse jeito?
- E de onde você e o Ben se conhecem? – perguntou Juliet.
- Ele é o responsável por todas as coisas ruins que acontecem nesta ilha! – gritava ela – Será que vocês não entendem?
- Você foi pega pelo monstro de fumaça preta? – perguntou Rojas – Está ficando louca?
- Não! É claro que não! E ele é o responsável pela fumaça preta! Eu vi! É ele quem a ativa!
Foi um alvoroço. Todos tentavam defender Ben, dizer que era um bom homem que encontraram na ilha. Falavam que ele os estava ajudando nas tarefas diárias e que era uma pessoa pacífica. Ninguém entendia a hostilidade de Stéfanie em relação ao baixinho de olhos azuis. Mara pedia desculpas pela reação da filha.
- Tudo bem. – disse Ben com um sorriso simpático – Ela deve estar um pouco perturbada, afinal, ficou fora por tantos episódios… Aliás, estamos ansiosos em saber o que aconteceu com você neste período, Stéfanie.
E todos novamente se viraram pra ela. Mas Stéfanie não sabia responder. Para ela, havia sido apenas um passeio na beira do mar!
- Acho que é melhor descansar. – disse Juliet pegando em seus ombros – Por que não toma um banho e se deita um pouco? Jack e eu poderemos te examinar mais tarde e, com calma, pode nos contar tudo o que aconteceu. O que acha?
As pessoas começaram a insistir nisso e Stéfanie acabou cedendo.
- Tudo bem. Vai ser mesmo bom pra mim. Mas por favor, acreditem: ele não é quem vocês pensam!
Ben apenas deu seu largo sorriso e fixou o olhar em Stéfanie enquanto ela passava por ele.
- Nós ainda não acabamos, Benjamin Linus. – disse ela quando ficaram lado a lado.
Stéfanie viu os olhos azuis de Ben tremerem levemente e sorriu triunfante. Ela estava certa, afinal!
Juliet a levou até o banheiro onde a deixou à vontade para tomar um banho. Stéfanie se lavava pensando, preocupada com o que havia acontecido. Como podia? Pela manhã ela estava na praia, ainda na primeira temporada e agora todos já moravam na vila! Devia perguntar a Juliet em que ano eles estavam. Assim, poderia se localizar. Estariam na quinta temporada? Talvez. Charlie não estava mais com eles e nem Desmond. Mas onde afinal estava John Locke? Estremeceu. Será que Ben matou Locke?
Neste momento, Stéfanie viu a porta do banheiro se abrir devagar. Amarrou a toalha no corpo rapidamente e, quando a porta abriu um pouco mais, viu Ben do outro lado. Ele tinha raiva em seu olhar, o que a assustou.
- Não vou deixar você acabar com tudo o que consegui até aqui. – disse ele com uma arma nas mãos.
Stéfanie ia se preparar para gritar, mas não foi possível. Gauchovisky passou neste mesmo momento e viu a cena.
- O que houve? – perguntou ele desconfiado.
Ben virou-se para Gauchovisky, mas deixou Stéfanie ver a arma, como um lembrete.
- Eu a ouvi gritar. – respondeu o baixinho de olhos azuis – E vim ver o que era. Não é?
Ele olhou para Stéfanie e ela entendeu o recado: se não confirmasse sua história, Gauchovisky iria morrer.
- Sim. – disse ela por fim – Uma barata saiu de dentro do ralo do banheiro e gritei assustada. Mas ela já voltou para dentro do ralo e está tudo bem.
Ben sorriu novamente e, guardando a arma dentro da calça, saiu do banheiro. Ao ver que ele saíra, Stéfanie chamou Gauchovisky.
- Ao menos você precisa acreditar em mim! Ele não é quem vocês pensam que é! Seu nome é Benjamin Linus e…
- Do que você está falando, Teté? O nome dele é Harry Gale e caiu na ilha de balão!
Ela olhou desapontada para o amigo e se lembrou: Gauchovisky só viu LOST até a segunda temporada!
- É, eu devo estar imaginando coisas. – disse ela.
O amigo sorriu e a deixou novamente no banheiro. Stéfanie se trocou rápido e foi até o quarto que Juliet havia preparado para ela.
- Jack vai examiná-la agora. – disse ela – Posso deixá-lo entrar?
- Claro. – respondeu sorrindo.
Jack entrou no quarto e fez perguntas típicas de uma anamnese a Stéfanie. Mediu sua temperatura e aferiu sua pressão.
- Você está fisicamente bem. – disse ele – A única coisa que podemos diagnosticar é sua perda de memória e a implicância com Ben.
- Você tem alguma ideia do que possa ser? – perguntou Juliet.
- Ela pode ter passado por algum trauma. Talvez o Rojas esteja certo, ela foi pega pelo monstro de fumaça.
- Mas eu e a Kate também fomos e não ficamos assim.
- Cada organismo reage de um jeito. – disse Jack levantando-se.
Stéfanie pegou nas mãos do médico.
- Jack, preste atenção em uma coisa. Eu sei que fiquei sumida por um tempo, embora para mim tenha passado apenas algumas horas. Mas não estou louca! Ben não é quem ele diz ser. Ele é um monstro manipulador. É o responsável por todas as coisas que aconteceram de errado aqui. Acredite em mim!
O médico sorriu.
- Pelo amor de Deus! Você é o homem da ciência, Jack! Nunca se perguntou cientificamente o que seria esse monstro da fumaça? Nunca se perguntou o que aconteceu com o pessoal da Iniciativa Dharma? Ou o que aconteceu ao Locke?
Juliet e Jack se entreolharam.
- Vocês PRECISAM acreditar em mim! Ben tem um plano! Eu ainda não sei o que é, mas ele sempre tem um plano!
- Vamos fazer o seguinte, Stéfanie. – disse Juliet – Durma um pouco, ok? Quando acordar, nós conversaremos sobre isso.
- Mas…
- Eu concordo que há coisas erradas. – disse Jack – Mas sei que está cansada agora. Durma. Assim que acordar discutiremos nós três essas situações. Como pessoas da ciência. Ok?
Stéfanie achou melhor concordar. Todos acabariam dizendo que suas desconfianças eram devido ao cansaço e o único meio de combater esse argumento seria descansando.
- Vou apagar a luz. – disse Juliet – Mas estaremos todos aqui na sala. Se precisar, chame.
Ela concordou e escorou a cabeça no travesseiro, pensando. O que Ben estaria tramando? Como conseguiu fazer com que todos, inclusive Jack e Sayid acreditassem em sua história?
Foi então que Stéfanie olhou para a janela e viu Ben do outro lado, com o mesmo olhar de raiva, apontando a arma para ela. Stéfanie gritou e Sun abriu rapidamente a porta do quarto, acendendo a luz.
- O que houve? – disse ela.
- É o Ben! – apontou para a janela – Ele está tentando me matar.
Sun correu até a janela e olhou para fora, mas já era noite e estava escuro.
- Não vi nada.
- Sun. – disse Stéfanie segurando suas mãos – Nós somos amigas há muito tempo! Você sabe que eu não estou louca! Eu SEI que Ben está tramando alguma coisa e eu posso atrapalhar seus planos!
Sun, vendo o pavor nos olhos de Stéfanie, resolveu acreditar na amiga.
- Tudo bem. – disse puxando-a – Não vou mais deixá-la sozinha, ok?
As duas saíram do quarto. Sun se aproximou de Juliet e perguntou sobre Ben, mas a loira não sabia.
- Estou achando que a Stéfanie tem razão. – disse a coreana – Ela está muito convicta no que diz! Não faria isso se não tivesse certeza do que está dizendo!
- Eu sei. E Jack também acha que tem alguma coisa errada. Ela conseguiu nos convencer.
- Que bom! – disse Stéfanie – Porque pode ser que dê para parar o que quer que o Ben esteja tramando! Ele matou toda a Iniciativa Dharma, Juliet! Eu sei disso! Eu vi! Ele é um monstro! Deve estar tramando algo pior agora!
- Precisamos ir atrás do Ben. – disse Sun saindo da sala – Vou falar com o Jin.
Todos na casa começaram a se movimentar. Kate, Jack, Sawyer e Sayid se armaram para ir até a floresta “caçar” Ben Linus. Stéfanie, Mara, Rojas e Gauchovisky trataram de fechar a casa. Jack deixou com Juliet algumas armas antes de sair.
- Vou verificar se tudo está fechado. – disse ela com a arma em punho.
Rojas, Gauchovisky e Mara foram ajudá-la e Stéfanie se viu sozinha em um quarto. Ela olhou tudo em volta e, de repente, ouviu o barulho da porta se fechando devagar. Ela se virou e lá estava ele: Benjamin Linus. Ao invés de medo, Stéfanie sentiu raiva. Muita raiva daquele baixinho manipulador. Ben a olhava com o mesmo sentimento e se aproximava devagar.
- Agora somos só você e eu. – disse ele parando a poucos centímetros de Stéfanie.
- Exatamente, Ben. – disse ela dando um passo à frente – Você e eu!
Trocaram olhares fuzilantes, como caubóis no faroeste, segundos antes de um duelo. Quando os dois iam começar a brigar”…
Eu acordei!
hahahahahahahaha…
1. Na ilha de “Lost”?
2. Amicíssima de Sun e Juliet?
3. Gauchovisky falando em “Harry Gale” porque só viu até a segunda temporada? hahahahaha… Essa foi a melhor!
4. Preciso urgentemente colocar meu plano de sequestrar JJ Abrams em ação e obrigá-lo a me contar o final de “Lost”.
5. Grande Michael Emerson, o intérprete do irritante Ben Linus! Grande ator!
Hoje, dia 08 de Abril é o dia Mundial do Combate ao Câncer. Eu não vou fazer agora um post sobre câncer, mesmo porque, eu já falei sobre a doença anteriormente em um dos posts comemorativos para o meu aniversário no ano passado. O post de hoje é sobre “coincidências”.
Meu irmão Rojas nasceu de 8 meses, de um parto complicado. Apesar disso, o moleque chorou e berrou tanto que nem precisou ficar incubadora. Eu dizia que ele era meu presente, já que eu o pedi de aniversário e, segundo mamãe, ele foi feito no dia em que eu completei 3 aninhos. Depois que ele nasceu, eu cuidava dele como se fosse meu filho. Nossa ligação era tão grande que a primeira palavra que ele disse foi “Teté”, apelido que ele me chama ainda hoje.
Pois bem, quando o Rojas tinha 1 ano, nós descobrimos que eu tinha câncer. Vocês já devem imaginar como foi a história, né? Já falei aqui que os médicos disseram que eu só tinha 1% de chances de sobreviver, vocês tiram como foi toda a luta. Quando os médicos me desenganaram, a mamãe resolveu trazer o Rojas pra perto de mim. E, de repente, a presença do meu irmão me fez ter novamente vontade de viver e meu 1% se tornou 70%, só pela alegria de estar com ele de novo, de ser amada e respeitada por ele, mesmo magrela, careca e doente.
O tempo passou, eu fiquei curada, graças a Deus. Viemos para Palmas onde crescemos e nos tornamos adultos. Nossa amizade está cada dia mais forte, apesar dos desentendimentos existirem, mas isso é a coisa mais normal entre irmãos, né?
Bom, vocês devem estar se perguntando onde está a “coincidência” citada acima. É que nós descobrimos que o dia 08 de abril, ANIVERSÁRIO DO MEU IRMÃO, foi eleito o Dia Mundial de Combate ao Câncer!!!
E aí? Vocês acham que eu devo tirar as aspas da palavra “coincidência”? Eu acho que não…

MAT!!!! Feliz aniversáriooo!!!
Da Maninha que te ama mtooo!!!
Terça-feira passada, foi uma madrugada como outra qualquer: laptop no colo, pés na cadeira, Simpsons na tv… De repente senti meu olho coçar, mas nada alarmante. Na quarta, meu olho esquerdo amanheceu avermelhado e coçando. Pensei ser uma mera alergia do vento, mas ele permaneceu assim, até que na sexta, ao acordar, não consegui abri-lo por estar preso pelos cílios com tanta remela. Pensei: “É hora de ir ao oftalmologista”. Segunda amanheci na porta do meu médico e, depois do escândalo habitual na hora de aferir a pressão ocular (não consigo, gente! Definitivamente…), ele me examinou e disse que eu estava com conjuntivite viral.
Ok. Conjuntivite viral. WTF is this????
Segundo o Wikipédia, “conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva ocular, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras”. Legal, né?
Bom, eu já sabia que poderia ter inflamações bacterianas ou virais, mas descobri que também existem as tóxicas e as alérgicas. Essas últimas, geralmente atacam quem já tem tendência a alergias como rinite ou bronquite, enquanto a tóxica é causada por algum elemento químico, podendo ser até mesmo fumaça de cigarro. Mas as contagiosas são mesmo só as infecciosas (bacteriana ou viral). E há diferenças entre uma e outra. O médico disse que a viral é mais agressiva, pode ferir a córnea também (como feriu a minha :~ ) e que não remela ou lacrimeja tanto quanto a bacteriana, exceto quando amanhece o dia. Exatamente os sintomas que eu estava tendo. Fora isso, também estava com uma discreta fotofobia (intolerância a luz) e, pesquisando, soube que poderia desenvolver febre.
Segundo meu oftalmologista, a conjuntivite não pega no ar, como o povo diz, mas pelo contato. É claro que as chances de você infectar alguém em um ambiente fechado são muito maiores! No meu caso, nem se fala! Meus alunos pegam meu pincel, mexem no quadro, pedem meus lápis emprestados… Pra evitar deixar meus pestinhas doentes, o médico me deixou de molho uma semana, aplicando os colírios antibióticos e antiinflamatórios, e eu resolvi lavar os olhos com soro fisiológico.
Ainda no Wikipédia, há uma lista de coisas que nós devemos fazer quando infectados:
* Lavar as mãos frequentemente;
* Evitar aglomerações ou frequentar piscinas de academias ou clubes e praias;
* Lavar com frequência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microrganismos patogénicos;
* Não coçar os olhos;
* Aumentar a frequência com que troca as toalhas do banheiro e sabonete ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos;
* Trocar as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise;
* Não compartilhar o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza (sempre achei isso meio anti-higiênico, mas me diziam que eu era neurótica!);
* Evitar contato direto com outras pessoas;
* Evitar pegar crianças pequenas no colo;
* Não use lentes de contato durante esse período;
* Evitar banhos de sol.
Agora, depois de alguns dias de tratamento, meu olho esquerdo está quase curado, enquanto o direito já está bem. Ah, eu não falei que passou pro outro olho? Pois é! Murphy não podia deixar escapar essa, né? Depois que o doutor disse que tinha 30% de chances de pegar no outro olho, o direito amanheceu doente. Vou te contar, viu?
Pelo menos tem uma coisa boa em tudo isso! Meus olhos verdes ficam mais destacados com a conjuntiva vermelha… uhauhauhauhauhauha… É pra quem pode!!! ![]()
Mas não, o olho da foto não é o meu. Perdi a oportunidade de fotografar quando estava mais doente.
Ah! O site ABC da Saúde também tem mais informações sobre a doença.