A CabanaGente, se vocês nunca levaram a sério qualquer coisa que eu tenha escrito neste blog, peço que levem hoje. De verdade.

Acabei de ler um dos livros mais lindos do mundo: “A Cabana”, de William P. Young. O livro conta a história de Mack, um homem mergulhado no que ele chama de “A Grande Tristeza” após o assassinato brutal de Missy, sua filha caçula. Um dia Mack recebe um bilhete supostamente escrito por Deus, querendo encontrá-lo na cabana onde ocorreu o assassinato de sua pequena. Curioso, Mack vai até lá. E tem o final de semana mais incrível de sua vida.

E os leitores também.

Apesar de ser Espírita e discordar de muitas partes do livro, eu me senti profundamente tocada por aqueles diálogos e pela forma que o autor tratou o amor de Deus por nós. Em vários momentos vi Mack perguntar as questões que afligiam a minha alma. E em vários outros trechos eu tive que enxugar as lágrimas e engolir os soluços, experimentando a sensação da paz e do meu próprio encontro com o Paizinho. Sim, meu próprio encontro. Porque quando eu começava a desejar estar no lugar de Mack, sentada no cais ou trabalhando em um jardim com Ele, simplesmente me lembrava de que eu posso ter esse meu encontro em qualquer lugar, em qualquer hora. E assim foi.

Mesmo tendo a consciência de que aquele livro foi escrito por um homem – um presente aos seus filhos, segundo o autor -, é nítido que ele teve alguma inspiração divina. Esse livro me tocou profundamente e eu posso afirmar que me sinto uma pessoa melhor agora. Fiz um acordo comigo mesma: ler “A Cabana” em janeiro de cada ano que eu viver, apenas para manter meu coração iluminado e, claro, absorver cada vez mais das palavras sábias e amorosas do livro. E é por isso que eu o estou indicando hoje: desejo imensamente que experimentem essa mesma sensação que estou experimentando, de confiança total no amor de Deus por nós.

É isso! Leiam “A Cabana”.

Beijocas!

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