Firmino English Class

Aprenda Inglês com Firmino!!! hehehehe….

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Pizza King

Há bastante tempo eu gosto de jogar Pizza King. Sempre que não há nada pra fazer, podem acreditar que estou servindo algumas pizzas.

Você é dono de uma pizzaria e é responsável por acomodar seus clientes, anotar os pedidos, fazer as pizzas, servir as pizzas, pegar o pagamento e limpar a mesa. Fora que você tem que ter muita sensibilidade e estratégia para agradar a todos os seus clientes. Tem alguns muito nervosinhos que não conseguem esperar do lado de fora ou vão embora se sua pizza demora e você deve dar preferência ao atendimento a eles. Fora isso, quando o dia termina, é necessário ajustar os salários dos seus empregados, dar folga, redecorar seu restaurante, repor seu estoque e ainda se inscrever em prêmios que possam aumentar o prestígio da sua pizzaria.

Eu adoro!! Gosto mais da 2ª versão, onde os empregados têm mais autonomia. E é mais bonitinho também.

Pizza King e Pizza King 2.

Divirtam-se!

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The Batman Complex

“The Hero, the Myth, the Legend…. Is all a lie!!”
(O herói, o mito, a lenda…. É tudo mentira!)

The Batman Complex
Winter 2011.

hahahahahaha… O povo não tem mais o que inventar mesmo!!! Misturando cenas de Batman Begins, O Cavaleiro das Trevas, a Origem, O Grande Truque e O Operário.

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Pequi

Vocês sabem o que é pequi?

Pequi é um fruto típico do Cerrado e é muito comum aqui no Tocantins e em Goiás. Aliás, ele chega a ser símbolo do estado de Goiás e o povo aqui no Tocantins gosta tanto, que até tem uma cidadezinha chamada Pequizeiro, a 274 km de Palmas, e eles fazem a Festa do Pequi todo ano. Tem maluco pra tudo, né? hehehe…

O nome científico é Caryocar brasiliense e é encontrado também em toda a Região Centro-Oeste, no Estado de Rondônia, Minas, Pará, Maranhão, Piauí, Bahia, Ceará e nos cerrados de São Paulo e Paraná. Além da Bolívia. Mas é em Goiás que estão presentes todas as espécies de pequi, que costuma frutificar entre setembro e fevereiro. Aliás, aqui no Tocantins a gente fala que a chuva de dois dias que acontece em agosto, é a “Chuva do Pequi”. Os mais antigos dizem que é a chuva que Deus manda pro pequizeiro “dar o pequi”.

Bem, o pequi tem uma casca verde, grossa e bem rançosa e uma polpa amarelada e carnuda. A aparência é bem apetitosa e o gosto forte. Pra quem gosta – e eu não me incluo nesse grupo – é uma tentação. O povo costuma fazer pequi cozido, arroz com pequi, frango com pequi, licor, doce e até sorvete! Fico me perguntando quem é a criatura que toma sorvete de pequi, Jesus!!! Mas, enfim! Pode-se também fazer azeite de pequi e os mais antigos costumavam fazer sabão com o óleo do pequi.

No Wikipédia eu soube que uma das propriedades do óleo de pequi, batizada de CSL (Chemical Strenghtener Layer) pelos japoneses, consegue dar uma superdureza em qualquer material metálico com apenas 50 ml de óleo para 4 l de óleo mineral. Consegue também aumentar carga de molas se for aplicado uniformemente. E até tem testes em motores com cabeçotes originais girando mais de 10.000 rpm sem indícios de fadiga ou quebra. Já pensou?

Enfim, se você gosta de saborear coisas exóticas, experimente o pequi. Mas atenção! Se vier por essas bandas e resolver comer, tome cuidado: NUNCA, NUNCA e NUNCA, em hipótese alguma, morda o pequi! Ele tem espinhos por dentro que grudam na boca, no palato, na gengiva, na língua e na garganta! Depois você tem que ser levado ao hospital pra tirar. O jeito certo de comer pequi é roendo a polpa até o caroço, tomando cuidado de parar antes de aparecerem os espinhos. Aliás, esqueça garfo, faca e normas de etiqueta. Pequi se come com a mão mesmo e tem que ficar com a cara toda amarela. Então, se algum goiano ou tocantinense disser pra você morder o pequi desconfie da amizade dessa pessoa.

Fonte: Vegvisir

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11 Fotos Sexies do Giane

Bem, eu estava aqui fuçando arquivos antigos no meu PC e vi uma coletânea que fiz quando adolescente de fotos do Reynaldo Gianecchini. Ok, eu confesso, não era mais adolescente, tinha 18 anos. Ok, 19.

Tá, tá! Fiz há uns cinco anos. E daí? Hunf…

O que importa é que estava olhando algumas das 120 fotos que tenho dele e resolvi compartilhar com as meninas a minha TOP 11. Na verdade queria fazer um TOP 10, mas me pareceu meio impossível… hehehehe… Aliás, tentei colocar em minha ordem de preferência, mas também não fui muito bem-sucedida…

De qualquer forma, o objetivo é alegrar um pouquinho o dia das meninas… :D

Coletei todas as fotos na internet. Faz bastante tempo e já não sei mais de onde retirei a maioria. Então, se alguém souber aquelas que não citei, avise! E como já faz um tempo, não tem muitas fotos recentes… Mas ainda assim são boas!

Enjoy! :D

11. Essa foi retirada do site Paparazzo. Mas não adianta ir lá, já retiraram do ar o álbum dele.

10. Essa foi para a revista “The Boy”.

09. Não me lembro… :/

08. Também não sei.

07. Quem se importa com a referência? hahaha…

06. Essa foi para a revista “Nova”

05. Amo essa! Mas não sei a referência.

04. Ai “Jisuis”… Não sei.

03. Recuperando o fôlego… Não sei de onde tirei.

02. Mais uma para a “The Boy”

E finalmente, também do Paparazzo… Minha preferida:

01.

Recuperem o fôlego, meninas… E tenham um bom final de semana!

Ui! hehehe…

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Cadê os Dinossauros?

Antes de começar, quero deixar bem claro: este post NÃO tem a finalidade de criticar, ridicularizar, tentar converter, contestar, discutir e nem nada do tipo. Resolvi escrever sobre isso por pura curiosidade! Estamos claros? Vão deixar comentários malcriados na minha caixa? E quem tiver uma visão científica não vai ficar ofendendo ninguém, vai? Não vou precisar ficar deletando comentários ofensivos, vou?
Não, né?

Obrigada!

Então vamos lá!

Todo o mundo que lê o Bonde sabe que sou espírita. Mas antes de ser espírita, era católica. E, como todo o mundo também sabe, a Igreja Católica é criacionista, embora hoje aceite que os seis dias da criação descritos em Gênesis não sejam exatamente como os seis dias que temos hoje. Mas por mais que eu tenha sido criada no catolicismo, ninguém nunca soube me dizer em que momento os dinossauros apareceram e sumiram da Terra.

Vamos fazer um esqueminha do que diz a Gênesis:

- No primeiro dia, com a Terra disforme e vazia, Deus teve a ideia de criar a luz e, com a luz, a noite e o dia.
- No segundo dia, criou o firmamento.
- No terceiro dia, criou os mares, a terra e as plantas.
- No quarto dia, criou o sol, a lua e as estrelas.
- No quinto dia, vieram os animais: os animais marítimos (peixes, répteis e mamíferos) e as aves.
- No sexto dia, criou os répteis da terra, os mamíferos e o homem e a mulher.
- E no sétimo, o Senhor descansou….

Não é isso o que diz Gênesis 1:1-31?

Agora vamos aos fatos:

- Sim, os dinossauros existiram! Os fósseis estão aí para provar. É fato…
- Os dinossauros se classificam como répteis.
- Sabe-se que apenas nos filmes de Steven Spielberg e nos Flintstones os dinossauros e os homens foram contemporâneos.

Assim, se os dinossauros foram criados no quinto dia (os marítimos) e os terrestres no sexto dia… E o homem também foi criado no sexto dia… Eu posso concluir que os dinossauros, segundo a Gênesis, viveram apenas por algumas horas? E, seguindo este raciocínio, visto que na Gênesis há a descrição até mesmo do sétimo dia, quando o Senhor descansou, o que aconteceu para que eles tenham desaparecido? Por que Moisés não falou nada sobre isso?

Por favor, não interpretem minha pergunta como irônica ou como uma provocação. Estou totalmente sarcasm-free ao escrever este post. Quero apenas tentar entender, afinal, como vou definir minhas próprias crenças se não conheço as teorias? Certo?

Agradeço a quem puder me explicar…

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La Maison en Petits Cubes

Este curta foi recomendado por um professor… Espero que se emocionem também!!

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Feliz aniversário Bondeee!!!!

Gente!!!

É com muita alegria que eu venho aqui comemorar os 3 aninhos do meu Bondinho!!!

Depois de tanto trabalho, tantas mudanças, tantos trancos e barrancos, consegui comemorar 3 anos de blog! E com várias vitórias e várias perdas também, infelizmente.

O Bonde já chegou a ter mais de 800 visitas diárias antes de todos os problemas que ele teve. Já até alcançou pagerank 5. Mas isso só é motivo para seguir em frente, vencer as barreiras e continuar com o Bonde trilhando em várias direções, rumo ao antigo sucesso e alcançar um ainda maior!

Enfim, estou orgulhosa do meu Bondinho. Muito obrigada a todos aqueles que visitam, que comentam e que não me deixam desistir. Ao mesmo tempo, peço desculpas pelos problemas que o Bonde anda tendo. Infelizmente não sei se vou conseguir recuperar os posts que fiz no ano passado, mas vou fazer de tudo para deixar o blog 100% novamente.

Um beijo grande!!

Stéfanie

A Maquinista

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Saga Crepúsculo – Finalmente, Stef opina Steph

Oi, gente! Finalmente dei as caras por aqui de novo, né?

Eu sei, eu sei… Não dá pra deixar o blog assim. E já prometi quatrocentas mil vezes que não faria isso de novo, mas sabem como é a vida, né? Nem comemorei o aniversário de 2 aninhos do Bonde.

Mas algumas coisas andam meio chatas por aqui e ultimamente meu único afazer tem sido a leitura. Aliás, é sobre isso que vim escrever pra vocês: livros.

Como sempre atrasadíssima e desconfiando de que todos os outros blogueiros já comentaram sobre a Saga Crepúsculo, agora é minha vez. Finalmente acabei de ler os quatro livros. Eu não pretendia comprar, mas ganhei  no Natal e resolvi ler, afinal, tinha gostado dos filmes. Agora vamos ao que interessa.

Abri o primeiro livro, “Crepúsculo” cheia de expectativas. E foi um porre.  Gente, que menina chata era essa Bella Swan! Cheia de dramalhões mexicanos, birrinhas e biquinhos de adolescente! Aff! É claro que ela é uma adolescente, porém, estranhei ver esse tipo de coisa de uma garota descrita como “adulta”. Estava esperando que ela cruzasse os braços e batesse os pés chorando e berrando em algum trecho da história. Fora aqueles exageros de amor maluco que eu nunca vi igual! “Edward fazia parecer um anjo de Botticelli parecer um gárgula”. Juro que gritei um PQP nessa parte e quase larguei o livro. Mas fui forte e terminei o livro, mais por curiosidade para ver a fidelidade do filme em relação ao livro do que por estar gostando. Aliás, o filme é bem fiel, exceto de que ela é mais bacana, chegando até a ser engraçada e o filme não tem 25% daquele mel do livro. E foi a primeira vez que gostei mais de um filme do que de um livro. Verdade! O livro é monótono. Só acontece verdadeiramente alguma coisa quase no final, mas engoli porque sei o quanto é difícil escrever o primeiro livro de uma saga. Mas achei muito dramático e não estava gostando do tom da narrativa.

O segundo livro, “Lua Nova” foi INSUPORTÁVEL! Apesar de ter gostado da parte dos lobisomens, do relacionamento dela com Jacob e me apaixonar pelo lobo-adolescente, a história é narrada pela Bella, que estava ainda mais chata, sofrendo porque Edward foi embora, sentindo dores físicas e todo aquele drama! Aliás, Bella é virginiana e todos sabemos que virginianas não sofrem daquele jeito! A ponto de se revirar na cama gritando por causa dos pesadelos… Ah, tenha dó! No filme eu tive a impressão de que ela sempre sonhava em ver Edward morrendo, por isso os gritos. Mas no livro diz que ela sonhava com o “nada” e gritava por causa disso. Me poupe! Fora o comportamento “altamente maduro” dela de querer quebrar a promessa de Edward e se meter em apuros só porque ele quebrou uma promessa também. Como disse, não vou dizer que detestei “Lua Nova” por causa dos lobisomens, mas foi o pior deles. Várias vezes xinguei a chata da protagonista e tive que conter impulsos de jogar o livro na parede.

E então, quando eu já estava totalmente descrente da série, peguei “Eclipse”. E aí sim eu gostei! Não vou dar nenhum spoiler, mas posso dizer que só não daria nota 10,0 para o livro porque ele começa muito monótono – mesmo! Dava vontade de dormir nas primeiras páginas – e porque eles demoram muito pra tirar conclusões lógicas. Como autora, eu sei que é difícil esconder alguma coisa do leitor e revelar somente nos momentos certos. É bem complicado mesmo evitar que eles descubram o que você quer esconder. Mas… Tem coisas que… Bem, deixe pra lá! Do meio pro fim, “Eclipse” me prendeu. Li mais de 200 páginas em uma tarde. Aliás, foi o livro que eu li mais rápido. Foi bem interessante e mal posso esperar para ver o filme que, dificilmente, será melhor do que o livro. Gostei das situações, dos diálogos, da história! Gostei mesmo… Aliás, não consegui fazer associação alguma daquela fitinha que aparece na capa do filme com a história. Alguém pode me explicar? Não captei a mensagem…

Aí, animada, peguei “Amanhecer”. O começo, devido à história, eu esperava que tivesse o mesmo tom meloso e dramático que “Crepúsculo”. Mas aqui tenho que dizer que a Stephenie Meyer conseguiu encontrar um equilíbrio na narrativa, colocando os sentimentos de amor na medida certa, enquanto os mesclava com o desejo do casal. De repente, acontece algo inesperado. E aí Jacob começa a narrar a história – e ficou MUITO melhor de ler na perspectiva dele! -, depois um outro livro de Bella e o final da Saga. Devo dizer que “Amanhecer” foi o meu livro preferido. Gostei do final – previsível, by the way, mas gostei. O grande confronto foi bem escrito, nada que pudesse me decepcionar. Apenas mais uma vez a demora para as conclusões lógicas, mas foi muito bom. Achei que a autora acertou e também não posso esperar para ver o filme. Aliás, ouvi dizer que “Amanhecer” serão dois filmes, né? Alguém já ouviu falar sobre isso? Particularmente eu acho que não haveria necessidade, mas não trabalho em Hollywood… hehehe…

Bom, olhando a saga completa, como um todo, a história do triângulo amoroso entre uma humana, um vampiro e um lobisomem é bem bacana. Gostei, apesar de ter dispensado facilmente “Lua Nova” e boa parte de “Crepúsculo”. Esperava que algumas coisas fossem explicadas, mas ao final entendi o ponto da autora. Quem não gosta de romance água-com-açúcar, não se dê ao trabalho de ler e, contrariando toda a minha existência, um conselho para os curiosos: assistam “Crepúsculo” e “Lua Nova” no cinema e só leiam “Eclipse” e “Amanhecer”. É melhor assim!

Bem, provavelmente a minha próxima resenha será “A Laranja Mecânica” de Anthony Burguess. Peguei hoje pra ler e vou adiantando que é difícil de entender porque o autor inventou várias gírias. Mas gostei das primeiras páginas pelo menos. O filme é um clássico, o livro também é considerado um, mas assim que terminar veio falar dele pra vocês.

Beijocas e bom Carnaval a todos! O meu vai ser ótimo ao lado do inteligente e mau Alex.

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Por que as mulheres só vão ao banheiro acompanhadas?

Uma mulher finalmente fala o que todo homem gostaria de saber…

“Só uma mulher consegue entender cada vírgula deste texto!!!!

O grande segredo de toda a mulher, com relação aos banheiros é que quando pequena, quem a levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía:

“Nunca, nunca sente em um banheiro público”
E, em seguida, mostrava “a posição”, que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar, sem que o corpo, no entanto, entre em contato com o vaso.

“A Posição” é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida. No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, “a posição” é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está quase estourando.

Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Bradd Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de “estou me mijando”.

Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar.

Você, então verifica cada cubículo por debaixo da porta para ver se há pernas.

Todos estão ocupados.

Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo.

Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa… você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.. o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais você não usa, mas que você guarda porque nunca se sabe…

Mas, voltando à porta…

Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca “na posição”.

Alívio…… AAhhhhhh…..finalmente…

Aí é quando os teus músculos começam a tremer …

Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.

Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça “jamais sente em um banheiro público!!!” e, assim, você mantém “a posição” com o tremor nas pernas…

E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias!! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar “a posição” requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, para variar, o rolo está vazio….! Então você pede aos céus para que, nos 5 kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção…

E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!!!

Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, nós, as mulheres, nos respeitamos muito) e você pode procurar seu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar do soco que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas…

A lembrança de sua mãe, que estaria morrendo de vergonha se a visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, “você não sabe que doenças você pode pegar ali”

… você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!…

Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água… O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.

Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, deixando tudo à mostra!

Nesse momento, você vê o seu amigo que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.

“Por que você demorou tanto?” – pergunta o idiota.

Você se limita a responder:

“A fila estava enorme”

E esta é a razão porque nós, as mulheres, vamos ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter “a posição” e a dignidade.

Obrigada a todas as amigas que já me acompanharam ao banheiro”.

Recebi este por e-mail. Infelizmente não veio o nome da autora e, se por acaso você souber o nome da porta-voz feminina, me diga para eu colocar os créditos.

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